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[MÚSICA] Bolas de Naftalina Vai ao Baile 6 - Miscelânia musical

16 de janeiro de 2011 à(s) 18:39
No início do ano, O Bolas de Naftalina veste os trapitos da moda e vai ao primeiro baile de 2011 com um verdadeiro mix de músicas sem nenhum tema particular. Uma playlist "miscelânica" para desfrutar no relax, para os momentos de introspecção ou para abanar o capacete...Eis-la!

Stronger - 30 Seconds to Mars

Mojo - Peeping Tom
Robot Boy - Linkin Park

Crystalised - The XX

Psyche - Nouvelle Vague

Kids with Guns - Gorillaz
Blue Light (Engineers' Anti-Gravity Mix) - Bloc Party

House of cards - Radiohead

Smiley Faces - Gnarls Barkley

City with no Children - Arcade Fire

Black Sheep - Metric

I will possess your heart - Death Cab for Cutie

Vangabond - Wolfmother

Play - Flunk

Next Girl - The Black Keys

Raquel Pereira

[MÚSICA] - Ratatat

6 de dezembro de 2010 à(s) 16:58
Bem sei que não tem havido artista da semana nos últimos tempos, mas aproveito este momento, a propósito de nada, para dar a conhecer uma novidade no meu limitado conhecimento musical: os Ratatat (aparentemente pronuncia-se rat-uh-tat e avisa-se que as semelhanças com ratinhos cozinheiros fofinhos acabam precisamente nas primeiras letras do nome da banda).

Ratatat apresenta-nos os talentos do duo nova-iorquino Mike Stroud e Evan Mast, com o último igualmente responsável pela produção discográfica. Stroud e Mast conheceram-se quando eram estudantes, mas só começaram a trabalhar juntos em 2001, sob o nome artístico Cherry.

O álbum de estreia como os agora famosos Ratatat, intitulado com o mesmo nome da banda, foi escrito e gravado no apartamento de Mast e no PowerBook de Stroud, constituindo uma mistura inteiramente instrumental de guitarra, baixo e sintetizadores. Seventeen Years foi o primeiro single deste álbum, lançado sobre a alçada da editora de Mast e do irmão, a Audio Dregs. Mais tarde assinaram pela XL Recordings, que mantêm como editora até hoje. Após o álbum Ratatat, seguiram-se Classics (2006), LP3 (2008) e LP4 (2010). Respectivamente em 2004 e 2007, lançaram por conta própria o primeiro e segundo volumes de Ratatat Remixes.

São notórios pela atmosfera das suas performances ao vivo, muito semelhantes às das bandas de rock psicadélico dos anos 60, providenciando espectáculos de luzes e cores projectadas num ecrã com clips de filmes aleatórios à mistura. A vibe não podia assentar melhor ao tipo de música destes rapazes, uma parafernália electrónica cujo estilo é um pouco difícil de definir e que muitas vezes mais parece uma trip de cogumelos mágicos (e eu só ouvi isto na segurança do sótão de minha casa. Sem cogumelos), mas que no final é no mínimo agradável e no máximo sublime. Na minha opinião, faz parte daquele grupo de músicas que gostamos de por a tocar quando estamos entretidos com outra coisa qualquer (não a tripar), mas que de repente nos chama a atenção pelo quão fixe aquela música é. Muito bom, sem dúvida.

A título de curiosidade, os Ratatat têm integrado as tours de vários artistas conhecidos, tais como Bjork, Daft Punk, Interpol, Franz Ferdinand ou The Killers. Em Outubro de 2006, tornaram-se na primeira banda a realizar um espectáculo público no interior do Museu Guggenheim em Nova Iorque.

Portanto, estimado público, aqui os têm: os Ratatat!

Raquel Pereira




[MÚSICA] Bolas de Naftalina Vai ao Baile 5 - Edição Natal Alternativo

14 de novembro de 2010 à(s) 13:03
Ahhhhhh ainda nem a meio de Novembro vamos e já temos de gramar com versões oleosas do White Christmas pela Mariah Carey e respectivos sucedâneos... que alegria... not. Portanto O Bolas de Naftalina vai ao baile na véspera de Natal com uma playlist que os paizinhos provavelmente não vão gostar. Desfrutai!


[MÚSICA] Bolas de Naftalina Vai ao Baile 4 - Ouvidos fracos não entram!

3 de setembro de 2010 à(s) 10:11
A nova edição do BNVB, desta vez com participação familiar especial, apresenta um mix hard-core para quem quiser experimentar. Avisam-se já os ouvidos mais fraquinhos....Disfrutem!

[MÚSICA] Bolas de Naftalina Vai ao Baile 3 - O Girl Power

9 de agosto de 2010 à(s) 18:35
O BVNB regressa com mais uma playlist, desta vez apresentando uma compilação de puro girl power, mas que definitivamente não é só para meninas. Música, por favor!

(Clicar na música para ouvir, sff)


- Ruby Blue - Roisin Murphy
- We Walk - The Ting Tings
- Teardrop - Massive Attack
- Playground - Sia
- Young Lovers - Love Grenades
- Howl - Florence + The Machine
- Headlock - Imogen Heap

- Ignorance - Paramore
- Medicine Man - The Hush Sound
- Push it - Garbage
- The Girl And The Robot - Royksopp
- 24 - Jem
- Sleep Alone - Bat For Lashes
- My Favourite Game - The Cardigans
- Pussycat - Mulu


Raquel Pereira

[MÚSICA] Bolas de Naftalina Vai ao Baile 2 - A intervenção do NANO

18 de julho de 2010 à(s) 12:18
Depois de um período de muita ocupação, o Bolas de Naftalina arranja finalmente tempo para se divertir e voltar ao bailarico. Com a colaboração especial de um Ipod Nano da família, esta 2ª edição do BNVB apresenta uma verdadeira miscelânia musical para encher bem o ouvido. Disfrutem!

(Agora com novidade: clicar na música para ouvir!)

- There There - Radiohead
-
Consoler of The Lonely - The Racounters
- About Face - Grizzly Bear
- Guilty - Youth Group
- Heavy - Collective Soul
-
Play with Fire - Cobra Verde
-
Pace is the Trick - Interpol
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Every Day is Exactly the Same - Nine Inch Nails
- Scarecrow - Beck
- Agoraphobia - Incubus
-
Saturday Morning - Eels
- Fortress - Pinback
-
Is there a ghost - Band of Horses
- Sort of - Silversun Pickups
- With You In My Head - UNKLE ft. The Black Angels



Raquel Pereira

[MÚSICA] Michael Bublé

3 de maio de 2010 à(s) 22:30
Ainda há poucos dias comentava com o meu namorado co-blogger a infelicidade do Michael Bublé não se lembrar deste pessoal do pequeno rectângulo do outro lado do Atlântico. Hoje, aliás precisamente à 2 semanas e 1 dia, sou uma das histericamente felizes donas de um bilhete para ver Mr.Bublé ao vivo e a cores no Pavilhão Atlântico, daqui a 6 longos meses.

A "Crazy Love Tour" começou em Março deste ano e inclui quase uma centena de actuações até Lisboa, passando pelos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Alemanha, Itália
e França. Portugal é a ultima paragem de Bublé, que se estreia no palco lusitano no dia 2 de Novembro, e já se assiste a uma corrida desenfreada aos bilhetes desde o primeiro momento em que foram postos à venda, de tal forma que a tour foi prolongada por mais um dia, com novo concerto para Portugal no dia 3 (já que a data de Lisboa é a última da sua tournée mundial). O preço dos bilhetes varia entre os 122 euros, para os lugares VIP na plateia, e os 35 euros, para o balcão superior (só para terem uma ideia, comprei os bilhetes no segundo dia de venda e os lugares mais caros já estavam todos esgotados....)

Michael Steven Bublé nasceu no Canadá no dia 9 de Setembro de 1975. A sua carreira de cantor começa no ano 2000, com o lançamento de três albums indepedentes,
First Dance (este ainda no ano de 1996), Babalu (2001) e Dream (2002), até se juntar à editora 143 Records, através da qual lança o seu álbum oficial de estreia, Michael Bublé (2003).

Com ar de menino reguila mas senhor de uma voz inconfundível de crooner com jeito à Sinatra, que vai emprestando às versões dos temas incontornáveis do jazz, do swing e d
o blues, a ascensão de Bublé não será certamente de estranhar, nem a sua música deixa ninguém indiferente. A parir daí, lançou mais 9 álbums: Totally Buble (2003), Let It Snow! (2003), Come Fly with Me (2004), It's Time (2005), Caught in the Act (2005), With Love (2006), Call Me Irresponsible (2007), Michael Bublé Meets Madison Square Garden (2009) e Crazy Love (2009).

Come Fly with Me, Caught in the Act e Michael Bublé Meets Madison Square Garden
apresentam actuações de Bublé ao vivo, tendo atingindo os tops de vendas e a
aprovação da crítica musical: Caught in the Act recebeu uma nomeação ao Grammy de Best Traditional Pop Vocal Album em 2007 e Michael Bublé Meets Madison Square Garden ganhou o prémio na mesma categoria ainda este ano, ao apresentar um dos maiores shows da carreira do cantor na Madison Square Garden, na cidade de Nova Iorque.

Bublé já vendeu mais de 25 milhões de álbuns no mundo inteiro; entre os seus maiores sucessos estão músicas como "Home", "Everything", e a mais recente
"Haven't Met You Yet", originais da sua (co)autoria. A lista de prémios que já ganhou é demasiado comprida para este post, mas inclui dois Grammy Awards (Call Me Irresponsible e Michael Bublé Meets Madison Square Garden) e vários Juno Awards (prémios da Canadian Academy of Recording Arts and Sciences).

E agora para os fãs, um miminho



Raquel Pereira

[MÚSICA] Bolas de Naftalina Vai ao Baile 1 - Teste 1,2,3

17 de abril de 2010 à(s) 18:54

Depois de um período de hibernação, volto com uma nova rubrica no blog. "Bolas de Naftalina vai ao Baile" pretende juntar música para todos os gostos, uma selecção de temas das bandas nossas conhecidas, diferentes dos singles que passamos a vida a ouvir na rádio; uma oportunidade para conhecer as "outras" músicas (ou encontrar mais um amigo fã).


Para vocês, pela primeira (espero eu) de muitas vezes, um mix saído directamente do meu fantástico MP3. Desfrutem!

The End of It All - 16 Volt
My Propeller - Arctic Monkeys
No I in Threesome - Interpol
Twisted Logic - Coldplay

Tourist - Julian Casablancas
Try your Best - Kaiser Chiefs

Miles Away-The Truth - Depeche Mode
Closer - Kings of Leon
Glorious - Muse
Soldier of Love - Sade
Paradise Circus - Massive Attack
Little Sister - Queens of The Stone Age
Runnig Up that Hill - Placebo
The National Anthem - Radiohead
Stylo - Gorillaz



Raquel Pereira

[MÚSICA] The Temper Trap

25 de março de 2010 à(s) 16:48

Mesmo estando o artista da semana já sabiamente escolhido (Go White Stripes!) não posso deixar passar a oportunidade de dar a conhecer a minha mais recente descoberta musical: a banda australiana The Temper Trap.

A banda de Melbourne é composta pelos “bons rapazes” Dougie Mandagi (voz, guitarra), Jonathon Aherne (baixo), Lorenzo Sillitto (guitarra, teclado) e Toby Dundas (bateria) e enquadra-se no género do rock alternativo com alguma mistura punk, com uma sonoridade que, embora algo estranha (veja-se o timbre de voz do vocalista, o senhor armado de pá e vassoura na foto), é extremamente agradável e envolvente e mostra-nos algo diferente do habitual, uma lufada de ar fresco no meio da mediocridade que anda por aí hoje em dia, onde é frequente a sensação de que as músicas que ouvimos na rádio são todas versões da mesma melodia cansada….


O primeiro e único álbum dos The Temper Trap até ao momento, Conditions, foi lançado o ano passado na Austrália (em Junho de 2009), atingindo automaticamente os tops no nono lugar. Mandagi aponta como principais influências bandas como os Radiohead, Prince, Massive Attack ou U2, uma panóplia de estilos certamente variada que fazem deste álbum um óptimo exercício musical.


A estreia oferece-nos grandes hits como “Sweet Disposition”, “Science of Fear” e “Fader”, composições aliás utilizadas em diversos anúncios, filmes, séries e campanhas televisivas (só para referir alguns exemplos: “Sweet Disposition” integra a banda sonora do recente filme 500 Days of Summer de Marc Webb, bem como anúncios da Chrysler, da Sky Sports ou da Diet Coke e “Fader” surge num dos episódios da mais recente série “vampiresca” The Vampire Diaries). Mas desengane-se quem ache que a banda fica por aqui: nenhuma das músicas do álbum deve ser ignorada; por exemplo, “Soldier On” e “Love Lost” são igualmente muito boas.


Conditions tem sido bem recebido pela crítica geral, especialmente no país de origem da banda, com várias nomeações para os ARIA Awards (Australian Recording Industry Association Music Awards), incluindo Álbum do Ano e Single do Ano (“Sweet Disposition”).


Por tudo isto e muito mais, e para os mais distraídos (ou para os já fãs da banda), deixo-vos aqui com um pequeno “taste” do que estão a perder (ou a ganhar…).

Raquel Pereira







[MÚSICA] Artista da Semana – The White Stripes

22 de março de 2010 à(s) 12:09
Para esta semana escolhi a dupla americana White Stripes, constituída por Jack (Voz, guitarra e piano) e Meg White (bateria, e ocasionalmente voz) formada em 1997 em Detroit. O estilo musical dos White Stripes tem as suas raízes nos blues e no punk e expressa-se usualmente através de composições simples e sinceras mas muito poderosas onde se incorporam ainda influências de rock, rockabilly, country e folk. Entre as suas maiores influências a banda elege Bob Dylan, The Rolling Stones, Loretta Lynn, Led Zepellin, Son Housem Blind Willie McTell, The Sonics, The Stooges, entre outros.

Nestes 13 anos de vida a banda deu ao mundo 6 álbuns de originais, The White Stripes (1999), De Stijl (2000), White Blood Cells (2001), Elephant (2003), Get Behind Me Satan (2005) e Icky Thump (2007). A sua originalidade já lhes valeu inúmeros prémios, incluindo 5 Grammy (3 para melhor álbum alternativo), 1 BRIT Award, 1 NME award, 1 Meteor Music Award, 1 MTV Europe Music Award e 5 MTV Video Music Award. Garantido ainda o 17º lugar no Top dos 100 melhores guitarristas de todos os tempos (Revista Rolling Stone) a Jack White.

Recentemente lançaram para o mercado “Under Great White Northern Lights” (CD/DVD), um documentário sobre a tour no Canadá no Versão de 2007, que contem algumas performances as vivo bem como material off-stage. Quase no fim do filme Jack White tem uma frase que define a banda quase na perfeição e que escolhi para terminar este pequeno texto: «... the album that just came out the other day, our new album, and they (the critics) just said “it's a great album but how long can this guys keep this up?”. People were saying that on our first album, this is our sixth album. It's so funny 'cause people see the constriction but they also think “there's no way this is gonna last, this obviously has a boiling point, has a cut-off point” so it's kinda funny when we keep defying them. If o listen to a White Stripes record, there's a lot of different things happening, there’s a lot of different types of songs and personalities happening, I think your brain starts to forget there's only 2 people doing it.» («… o álbum que acabou de sair no outro dia, o nosso novo álbum, e disseram (os críticos) “é um grande álbum mas por quanto tempo vão eles conseguir manter este nível?”. As pessoas diziam isso no nosso primeiro álbum, este é o sexto. É engraçado porque as pessoas conseguem ver a constrição mas pensam “não é possível que isto continue muito mais tempo, isto tem obviamente um ponto de ebulição, um ponto de ruptura”, portanto é engraçado quando continuamos a desafiar essas pessoas. Se ouvir um álbum dos White Stripes há muita coisa a acontecer, há muitos tipos de canções e personalidades a acontecerem, penso que o cérebro começa a esquecer-se que são apenas 2 pessoas a fazer aquilo»).


Mário Barroso



 


[MÚSICA] Artista da Semana - Florence and the Machine

16 de março de 2010 à(s) 21:09

Inauguro a secção artista da semana com a senhora que hoje (16/03/10) se apresenta ao vivo na Aula Magna em Lisboa.

Florence and the Machine é um projecto britânico liderado por Florence Welsh em colaboração com os músicos Robert Ackroyd, Christopher Lloyd Hayden, Isabella Summers e Tom Monger. As sonoridades são maioritariamente indie-pop mas integram elementos de estilos muito diversos como rock alternativo, electrónica e folk, conseguindo assim algum destaque no mercado hiper saturado do indie-pop inglês.

O grupo conta apenas com um álbum, Lungs, lançado em 2009 e que foi substancialmente bem recebido pela crítica (7.2 na pitchfork e 4.5 estrelas na Rolling Stone) tendo recebido o “MasterCard British Album” nos BRIT awards 2010.

Melhor do que falar sobre o assunto é mesmo mostrar um bocadinho da universo musical dos Florence e por isso ficam aqui dois videoclips e os links para a página oficial e myspace.