[MÚSICA] Bolas de Naftalina Vai ao Baile 6 - Miscelânia musical
Stronger - 30 Seconds to Mars
Mojo - Peeping Tom
Robot Boy - Linkin Park
Crystalised - The XX
Psyche - Nouvelle Vague
Kids with Guns - Gorillaz
Blue Light (Engineers' Anti-Gravity Mix) - Bloc Party
House of cards - Radiohead
Smiley Faces - Gnarls Barkley
City with no Children - Arcade Fire
Black Sheep - Metric
I will possess your heart - Death Cab for Cutie
Vangabond - Wolfmother
Play - Flunk
Next Girl - The Black Keys
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[MÚSICA] - Ratatat
Bem sei que não tem havido artista da semana nos últimos tempos, mas aproveito este momento, a propósito de nada, para dar a conhecer uma novidade no meu limitado conhecimento musical: os Ratatat (aparentemente pronuncia-se rat-uh-tat e avisa-se que as semelhanças com ratinhos cozinheiros fofinhos acabam precisamente nas primeiras letras do nome da banda). Ratatat apresenta-nos os talentos do duo nova-iorquino Mike Stroud e Evan Mast, com o último igualmente responsável pela produção discográfica. Stroud e Mast conheceram-se quando eram estudantes, mas só começaram a trabalhar juntos em 2001, sob o nome artístico Cherry.
O álbum de estreia como os agora famosos Ratatat, intitulado com o mesmo nome da banda, foi escrito e gravado no apartamento de Mast e no PowerBook de Stroud, constituindo uma mistura inteiramente instrumental de guitarra, baixo e sintetizadores. Seventeen Years foi o primeiro single deste álbum, lançado sobre a alçada da editora de Mast e do irmão, a Audio Dregs. Mais tarde assinaram pela XL Recordings, que mantêm como editora até hoje. Após o álbum Ratatat, seguiram-se Classics (2006), LP3 (2008) e LP4 (2010). Respectivamente em 2004 e 2007, lançaram por conta própria o primeiro e segundo volumes de Ratatat Remixes.
São notórios pela atmosfera das suas performances ao vivo, muito semelhantes às das bandas de rock psicadélico dos anos 60, providenciando espectáculos de luzes e cores projectadas num ecrã com clips de filmes aleatórios à mistura. A vibe não podia assentar melhor ao tipo de música destes rapazes, uma parafernália electrónica cujo estilo é um pouco difícil de definir e que muitas vezes mais parece uma trip de cogumelos mágicos (e eu só ouvi isto na segurança do sótão de minha casa. Sem cogumelos), mas que no final é no mínimo agradável e no máximo sublime. Na minha opinião, faz parte daquele grupo de músicas que gostamos de por a tocar quando estamos entretidos com outra coisa qualquer (não a tripar), mas que de repente nos chama a atenção pelo quão fixe aquela música é. Muito bom, sem dúvida.
A título de curiosidade, os Ratatat têm integrado as tours de vários artistas conhecidos, tais como Bjork, Daft Punk, Interpol, Franz Ferdinand ou The Killers. Em Outubro de 2006, tornaram-se na primeira banda a realizar um espectáculo público no interior do Museu Guggenheim em Nova Iorque.
Portanto, estimado público, aqui os têm: os Ratatat!
Raquel Pereira
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[MÚSICA] Bolas de Naftalina Vai ao Baile 5 - Edição Natal Alternativo
Merry Christmas (I Don't Want To Fight Tonight) - Ramones
Christmas Time - The Darkness
Don't Shoot me Santa - The Killers
Christmas - The Who
Bizarre Christmas Incident - Ben Folds
Christmas Tree - Lady GaGa
Merry Fuckin' Christmas - Denis Leary
Merry Christmas Baby - Bruce Springsteen
Julian Casablancas - I Wish It Was Christmas Today
Bónus: A música não é de Natal mas eu não me importava que a minha casa tivesse esta decoração
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[MÚSICA] Bolas de Naftalina Vai ao Baile 4 - Ouvidos fracos não entram!
- The Pot - Tool
- Chop and Change - The Black Keys
- Hit the Floor - Linkin Park
- Animal I've become - Three Days Grace
- Pretty Visitors - Arctic Monkeys
- The Unforgiven II - Metallica
- Invaders Must Die - Prodigy
- Moonland - Nick Cave
- Make me want to die - The Pretty Reckless
- Vermillion Pt.2 (The Subliminal Verses) - Slipknot
- Ride - The Vines
- Monsters - Matchbook Romance
- New Moon Rising - Wolfmother
- Futurism - Muse
- Go With The Flow - Queens Of The Stone Age

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[MÚSICA] Bolas de Naftalina Vai ao Baile 3 - O Girl Power
(Clicar na música para ouvir, sff)
- Ruby Blue - Roisin Murphy
- We Walk - The Ting Tings
- Teardrop - Massive Attack
- Playground - Sia
- Young Lovers - Love Grenades
- Howl - Florence + The Machine
- Headlock - Imogen Heap
- Ignorance - Paramore
- Medicine Man - The Hush Sound
- Push it - Garbage
- The Girl And The Robot - Royksopp
- 24 - Jem
- Sleep Alone - Bat For Lashes
- My Favourite Game - The Cardigans
- Pussycat - Mulu
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[MÚSICA] Bolas de Naftalina Vai ao Baile 2 - A intervenção do NANO
(Agora com novidade: clicar na música para ouvir!)
- There There - Radiohead
- Consoler of The Lonely - The Racounters
- About Face - Grizzly Bear
- Guilty - Youth Group
- Heavy - Collective Soul
- Play with Fire - Cobra Verde
- Pace is the Trick - Interpol
- Every Day is Exactly the Same - Nine Inch Nails
- Scarecrow - Beck
- Agoraphobia - Incubus
- Saturday Morning - Eels
- Fortress - Pinback
- Is there a ghost - Band of Horses
- Sort of - Silversun Pickups
- With You In My Head - UNKLE ft. The Black Angels
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[MÚSICA] Michael Bublé
Ainda há poucos dias comentava com o meu namorado co-blogger a infelicidade do Michael Bublé não se lembrar deste pessoal do pequeno rectângulo do outro lado do Atlântico. Hoje, aliás precisamente à 2 semanas e 1 dia, sou uma das histericamente felizes donas de um bilhete para ver Mr.Bublé ao vivo e a cores no Pavilhão Atlântico, daqui a 6 longos meses. A "Crazy Love Tour" começou em Março deste ano e inclui quase uma centena de actuações até Lisboa, passando pelos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Alemanha, Itália e França. Portugal é a ultima paragem de Bublé, que se estreia no palco lusitano no dia 2 de Novembro, e já se assiste a uma corrida desenfreada aos bilhetes desde o primeiro momento em que foram postos à venda, de tal forma que a tour foi prolongada por mais um dia, com novo concerto para Portugal no dia 3 (já que a data de Lisboa é a última da sua tournée mundial). O preço dos bilhetes varia entre os 122 euros, para os lugares VIP na plateia, e os 35 euros, para o balcão superior (só para terem uma ideia, comprei os bilhetes no segundo dia de venda e os lugares mais caros já estavam todos esgotados....)
Michael Steven Bublé nasceu no Canadá no dia 9 de Setembro de 1975. A sua carreira de cantor começa no ano 2000, com o lançamento de três albums indepedentes, First Dance (este ainda no ano de 1996), Babalu (2001) e Dream (2002), até se juntar à editora 143 Records, através da qual lança o seu álbum oficial de estreia, Michael Bublé (2003).
Com ar de menino reguila mas senhor de uma voz inconfundível de crooner com jeito à Sinatra, que vai emprestando às versões dos temas incontornáveis do jazz, do swing e do blues, a ascensão de Bublé não será certamente de estranhar, nem a sua música deixa ninguém indiferente. A parir daí, lançou mais 9 álbums: Totally Buble (2003), Let It Snow! (2003), Come Fly with Me (2004), It's Time (2005), Caught in the Act (2005), With Love (2006), Call Me Irresponsible (2007), Michael Bublé Meets Madison Square Garden (2009) e Crazy Love (2009).
Come Fly with Me, Caught in the Act e Michael Bublé Meets Madison Square Garden apresentam actuações de Bublé ao vivo, tendo atingindo os tops de vendas e a aprovação da crítica musical: Caught in the Act recebeu uma nomeação ao Grammy de Best Traditional Pop Vocal Album em 2007 e Michael Bublé Meets Madison Square Garden ganhou o prémio na mesma categoria ainda este ano, ao apresentar um dos maiores shows da carreira do cantor na Madison Square Garden, na cidade de Nova Iorque.
Bublé já vendeu mais de 25 milhões de álbuns no mundo inteiro; entre os seus maiores sucessos estão músicas como "Home", "Everything", e a mais recente "Haven't Met You Yet", originais da sua (co)autoria. A lista de prémios que já ganhou é demasiado comprida para este post, mas inclui dois Grammy Awards (Call Me Irresponsible e Michael Bublé Meets Madison Square Garden) e vários Juno Awards (prémios da Canadian Academy of Recording Arts and Sciences).
E agora para os fãs, um miminho
Raquel Pereira
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[MÚSICA] Bolas de Naftalina Vai ao Baile 1 - Teste 1,2,3
Depois de um período de hibernação, volto com uma nova rubrica no blog. "Bolas de Naftalina vai ao Baile" pretende juntar música para todos os gostos, uma selecção de temas das bandas nossas conhecidas, diferentes dos singles que passamos a vida a ouvir na rádio; uma oportunidade para conhecer as "outras" músicas (ou encontrar mais um amigo fã).
Para vocês, pela primeira (espero eu) de muitas vezes, um mix saído directamente do meu fantástico MP3. Desfrutem!
The End of It All - 16 Volt
My Propeller - Arctic Monkeys
No I in Threesome - Interpol
Twisted Logic - Coldplay
Tourist - Julian Casablancas
Try your Best - Kaiser Chiefs
Miles Away-The Truth - Depeche Mode
Closer - Kings of Leon
Glorious - Muse
Soldier of Love - Sade
Paradise Circus - Massive Attack
Little Sister - Queens of The Stone Age
Runnig Up that Hill - Placebo
The National Anthem - Radiohead
Stylo - Gorillaz
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[MÚSICA] The Temper Trap
A banda de Melbourne é composta pelos “bons rapazes” Dougie Mandagi (voz, guitarra), Jonathon Aherne (baixo), Lorenzo Sillitto (guitarra, teclado) e Toby Dundas (bateria) e enquadra-se no género do rock alternativo com alguma mistura punk, com uma sonoridade que, embora algo estranha (veja-se o timbre de voz do vocalista, o senhor armado de pá e vassoura na foto), é extremamente agradável e envolvente e mostra-nos algo diferente do habitual, uma lufada de ar fresco no meio da mediocridade que anda por aí hoje em dia, onde é frequente a sensação de que as músicas que ouvimos na rádio são todas versões da mesma melodia cansada….
O primeiro e único álbum dos The Temper Trap até ao momento, Conditions, foi lançado o ano passado na Austrália (em Junho de 2009), atingindo automaticamente os tops no nono lugar. Mandagi aponta como principais influências bandas como os Radiohead, Prince, Massive Attack ou U2, uma panóplia de estilos certamente variada que fazem deste álbum um óptimo exercício musical.
A estreia oferece-nos grandes hits como “Sweet Disposition”, “Science of Fear” e “Fader”, composições aliás utilizadas em diversos anúncios, filmes, séries e campanhas televisivas (só para referir alguns exemplos: “Sweet Disposition” integra a banda sonora do recente filme 500 Days of Summer de Marc Webb, bem como anúncios da Chrysler, da Sky Sports ou da Diet Coke e “Fader” surge num dos episódios da mais recente série “vampiresca” The Vampire Diaries). Mas desengane-se quem ache que a banda fica por aqui: nenhuma das músicas do álbum deve ser ignorada; por exemplo, “Soldier On” e “Love Lost” são igualmente muito boas.
Conditions tem sido bem recebido pela crítica geral, especialmente no país de origem da banda, com várias nomeações para os ARIA Awards (Australian Recording Industry Association Music Awards), incluindo Álbum do Ano e Single do Ano (“Sweet Disposition”).
Por tudo isto e muito mais, e para os mais distraídos (ou para os já fãs da banda), deixo-vos aqui com um pequeno “taste” do que estão a perder (ou a ganhar…).
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[MÚSICA] Artista da Semana – The White Stripes
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[MÚSICA] Artista da Semana - Florence and the Machine
Florence and the Machine é um projecto britânico liderado por Florence Welsh em colaboração com os músicos Robert Ackroyd, Christopher Lloyd Hayden, Isabella Summers e Tom Monger. As sonoridades são maioritariamente indie-pop mas integram elementos de estilos muito diversos como rock alternativo, electrónica e folk, conseguindo assim algum destaque no mercado hiper saturado do indie-pop inglês.
O grupo conta apenas com um álbum, Lungs, lançado em 2009 e que foi substancialmente bem recebido pela crítica (7.2 na pitchfork e 4.5 estrelas na Rolling Stone) tendo recebido o “MasterCard British Album” nos BRIT awards 2010.
Melhor do que falar sobre o assunto é mesmo mostrar um bocadinho da universo musical dos Florence e por isso ficam aqui dois videoclips e os links para a página oficial e myspace.
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